sábado, 31 de agosto de 2013
terça-feira, 25 de junho de 2013
Olá beatlemaníacos! Para vocês seguem links de fanfics dos Beatles:
Pra você que não sabe o que é fanfic:
Fanfic, ou seu termo em inglês fanfiction, são histórias criadas por fãs baseado em animes, séries, mangás, livros, filmes ou história em quadrinhos. No AnimeSpirit Fanfics você irá encontrar milhares dessas histórias e poderá contar as suas. Solte sua imaginação e aventure-se nesse mundo!
1- If I Feel
Fanfic Terminada
Sinopse:
Fanfic, ou seu termo em inglês fanfiction, são histórias criadas por fãs baseado em animes, séries, mangás, livros, filmes ou história em quadrinhos. No AnimeSpirit Fanfics você irá encontrar milhares dessas histórias e poderá contar as suas. Solte sua imaginação e aventure-se nesse mundo!
1- If I Feel
Fanfic Terminada
Sinopse:
''If I give my heart to you, i must be sure from the very start that you would love me more than her.''
Link da fanfic: http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-the-beatles-if-i-fell-in-love-with-you-712608
2-Tudo menos comum
Fanfic Terminada
Sinopse:
O que voce faria se, em um belo dia de quente de agosto, voce acordace em outro quarto, outro pais, outro tempo!
Foi isso que aconteceu com a nossa Lucy. De tanto desejar ela enfim conseguiu voltar no tempo, e viver tudo o que sembre sonhou, sendo tudo menos comum.
Foi isso que aconteceu com a nossa Lucy. De tanto desejar ela enfim conseguiu voltar no tempo, e viver tudo o que sembre sonhou, sendo tudo menos comum.
Link da fanfic: http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-the-beatles-tudo-menos-comum-493984
3-Something
Fanfic Não terminada
Sinopse:
Meu nome é Gabryella, mais conhecida como Gaby. Perdi minha mãe aos 5 anos de idade. Meu pai é dono da gravadora mais rica do mundo, Ventura. Acabei conhecendo a banda mais famosa do mundo: os Beatles. Vivi várias aventuras ao lado dos quatro rapazes de Liverpool, e me envolvi com alguns dos integrantes.
Link da fanfic:http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-the-beatles-something-898873
Link da fanfic:http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-the-beatles-something-898873
terça-feira, 18 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
quinta-feira, 13 de junho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
quarta-feira, 5 de junho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
sexta-feira, 31 de maio de 2013
sábado, 18 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Discografia dos Beatles
Gravado em um só dia (se não contarmos as quatro músicas que já tinham saído antes em compacto), Please, Please Me é um disco um tanto irregular, típico dos primeiros momentos do rock, quando os compactos eram mais importantes que os “LPs”.
Ao mesmo tempo este é um trabalho cheio de energia, mostrando os Beatles ainda fortemente influenciados pelo período em que passaram tocando nas espeluncas de Hamburgo. A parceria Lennon e McCartney ainda não funcionava emsua plenitude e por isso o repertório conta com várias covers. Não que isso diminua o trabalho, afinal algumas delas se tornaram as versões definitivas como a de Twist And Shout originalmente gravada pelos Isley Brothers.
Entre os originais além da faixa título e do primeiro compacto Love Me Do, alguns clássicos eternos como I Saw Her Standing There, que até hoje é obrigatória nos shows de Paul McCartney.
Please Please Me - 22 de março de 1963
With the Beatles - 22 de Novembro de 1963
Esse também conta com várias covers, mas mostra que a banda e seus compositores estavam em evolução. With The Beatles traz sucessos como All My Loving e canções menos conhecidas mas muito importantes - All I've Got To Do talvez seja o primeiro powerpop já feito. Novamente algumas dessas versões se tornaram tão famosas que praticamente substituíram os originais, notadamente Till There was You, que fazia parte de um musical da Broadway e Please Mister Postman das Marvelettes e um dos primeiros hits da Motown. With the Beatles tem mais curiosidades como a primeira composição de George gravada pela banda, a boazinha Don't Bother Me e I Wanna Be Your Man, cantada por Ringo e também gravada pelos Rolling Stones, cuja gravação se tornou o primeiro hit do grupo de Mick Jagger.
A Hard Day's Night - 10 de Julho de 1964
A primeira obra-prima da banda é a trilha sonora do filme homônimo feito para capitalizar em cima da Beatlemania, que a esse momento já havia chegado com tudo aos Estados Unidos. O estúdio que só esperava um filme “de juventude” qualquer e estava mais preocupado era com a trilha, acabou recebendo em troca além da tal trilha um dos melhores documentos do início dos anos 60. Dirigido por Richard Lester ele ajudou a fixar no imaginário coletivo as personas dos Beatles: John o sarcástico, Paul o educado e atencioso, George o quieto e Ringo o simpático bonachão. A Hard Day's Night (ou, Os Reis do Iê Iê Iê, no Brasil) foi indicado ao Oscar de roteiro e trilha orquestrada.
O disco é o único da banda composto só por canções de Lennon e McCartney e deve conter a meia hora mais divertida de todo o pop. Afinal falar mais o quê do álbum que tem além da faixa título Can't Buy Me Love, And I Love Her, You Can't do That e I'll Be Back?
Beatles For Sale - 04 de Dezembro de 1964
Estamos no fim de 64 e os Beatles exaustos após sucessivas turnês, filmagens e gravações. Como a gravadora exigia um novo disco para o natal O jeito foi se espreguiçar e ver o que dava para fazer. Novamente algumas covers de pioneiros do rock como Chuck Berry, Buddy Holly eCarl Perkins foram gravadas. Entre as canções originais coisas inconsequentes como I Don't Want To Spoil The Party, músicas pouco conhecidas que merecem ser redescobertas como Every Little Thing e What Your Doing e como sempre, alguns clássicos incontestes como Eight Days A Week e I'm a Loser.
Help! - 06 de Agosto de 1965
O segundo filme do grupo foi feito com orçamento maior, com direito ao uso de cores (é, naquela época ser colorido era quase como ser 3D hoje em dia) e filmagens em locações nas Bahamas e Suíça, o que não significa que ele seja um filme melhor que o antecessor, muito pelo contrário. Já a trilha sonora é tão boa quanto a de A Hard Day’s Night. As sete primeiras faixas (o antigo LADO A) são as músicas do filme. Além de grandes hits como Ticket To Ride, You've Got to Hide Your Love Away e naturalmente a faixa título, músicas como I Need You, a primeira grande composição de George e The Night Before merecem destaque. O segundo lado foi concluído na correria e tinha covers de Larry Williams, experimentos com country e mais uma música de George. Ah é, o disco tem também Yesterday, que se tornaria a música mais regravada da história.
Past Masters Disco 1 - 07 de Marco de 1988 (Gravações de 1962 a 1965)
Quando os discos dos Beatles saíram pela primeira vez em CD em 1987, foi criada a coletânea Past Masters que em dois volumes separados juntavam as faixas que não faziam parte dos álbuns de carreira.
Longe de ser uma mera compilação de restos e experimentos, os discos traziam alguns dos maiores sucessos da banda. Nas edições remasterizadas os dois CDs simples viraram um só disco duplo. O primeiro disco desse pacote tem as músicas responsáveis pela explosão da Beatlemania tanto na Inglaterra com From Me To You, quanto nos Estados Unidos e no resto do mundo graças a sucessos como I Wanna Hold Your Hand, o primeiro número 1 deles nos EUA e She Loves You.
Para quem curte descobrir (ou redescobrir) músicas menos conhecidas o disco também é uma boa pedida por trazer boas canções que não foram tão massificadas como Yes It Is ou This Boy.
Prestem atenção também em I Feel Fine e sua introdução com distorção, algo bastante incomum e até chocante para a época e um dos grandes orgulhos de John Lennon.
Rubber Soul - 03 de dezembro de 1965
O momento da virada. Os temas passam a ficar mais complexos, instrumentos alheios ao rock aparecem, como a cítara em Norwegian Wood (This Bird Has Flown) ou o cravo em In My Life.
O salto das composições fica mais do que evidente em Nowhere Man , Girl ou Michelle.
Rubber Soul também mostra que George Harrison compunha cada vez melhor, confiram If I Needed Someone, e converteu muita gente que não achava que essa coisa de Beatlemania iria muito longe.
Curiosamente o disco também inclui Run For Your Life, que com sua letra machista viria a desagradar Lennon. Anos mais tarde – ele veio a considerá-la uma de suas piores canções.
Revolver - 05 de Agosto de 1966
Ou o pulo do gato. Cansados de tocar sem serem ouvidos, o grupo radicaliza e diz adeus às turnês. A partir de agora, quem quisesse ouvir osBeatles teria que comprar os discos.
A se julgar pelo que apresentaram nesse álbum, a decisão foi acertada já que este é um disco eclético e experimental, mas que nunca perde o foco ou o apelo pop. Revolver tem de tudo: grandes baladas de McCartney (For No One, Here There and Everywhere, Eleanor Rigby). Maluquices de primeira de Lennon em Tomorrow Never Knows, She Said She Said e um George cada vez mais inspirado, seja no rock básico deTaxman ou em sua primeira, e mais feliz, incursão na música indiana com Love You To.
Aqui os Beatles mostram que a cada lançamento a banda estava indo pra frente e ampliando os horizontes não só deles, mas também de seu público e de toda a música pop. Não a toa o ano de 1966 foi um dos mais mágicos da história do rock – este também foi o ano dos primeiros discos duplos do pop (Blonde on Blonde de Bob Dylan e Freak Out de Frank Zappa) e de Pet Sounds dos Beach Boys, tido como o melhor disco do rock e influência decisiva nos próximos passos da banda de Liverpool.
Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band - 01 de Junho de 1967
Este é talvez disco que causou mais impacto na história. É difícil explicar hoje em dia o que foi a chegada de Sgt. Peppers aos ouvidos do mundo naquele ano de 1967.
Que a banda e todo o rock estava evoluindo isso era sabido, mas um disco assim ainda assim surpreendia, a começar pela capa dupla e com as letras impressas. E o que eram aquelas músicas e letras? E essa história de emendar várias canções sem espaços? E que sons e instrumentos são esses?
Com o passar dos anos Peppers foi vítima de um certo revisionismo com muitos críticos culpando o álbum por uma onda de seriedade e intelectualização que tomaram conta do rock feito nos anos seguintes.
A própria banda logo pisaria no freio e passaria a fazer um som mais básico, e assim também fariam os Rolling Stones e os Beach Boys.
Ainda assim, a força de Peppers é inegável. Após 42 anos ele empolga tanto quem já ouviu o disco até não aguentar quanto o novato que acabou de descobrir o som dos Beatles.
Sgt. Peppers nasceu de um conceito de McCartney que sugeriu um álbum em que a banda se “disfarçaria”, o que os deixaria livres para fazerem os experimentos que bem entendessem.
As gravações foram das últimas vezes em que eles realmente estiveram unidos e isso fica claro em canções como Lucy In The Sky With Diamonds, Getting Better e principalmente A Day In The Life, que com suas duas partes distintas e o final orquestrado apocalíptico, costuma ser eleita a melhor canção da banda sempre que críticos se juntam para fazer alguma lista.
Magical Mystery Tour - 27 de Novembro de 1967
Ou o início do fim. Em 1967 as turbulências começam a surgir, especialmente depois da morte do empresário Brian Epstein, vítima de uma overdose de comprimidos, que sempre tinha sido uma espécie de apaziguador na banda.
Ainda em estado de choque, McCartney assumiu as rédeas e pôs o povo para trabalhar em cima de um filme pra ser exibido na televisão na época do natal. Dessa vez eles não fariam uma fita cheia de risos e brincadeiras, mas sim uma obra mais experimental e improvisada.
O conceito era simples: um grupo de pessoas viajando em um ônibus sem saber o destino. O resultado final não foi dos mais felizes e a banda pela primeira vez se viu coberta de críticas. Hoje em dia o filme até goza de certo prestígio com cineastas como Steven Spielberg defendendo o trabalho.
A trilha-sonora foi editada em um formato não muito convencional: um compacto duplo com seis faixas. Dessas o maior destaque vai para I Am The Walrus, uma grande viagem de Lennon que com as imagens do filme fica ainda melhor.
Nos Estados Unidos, Magical saiu como um LP convencional.
Para completar o disco foram usadas as faixas dos compactos recentes. Como entre essas músicas estavam Penny Lane e Strawberry Fields Forever, talvez o mais célebre single de todo o pop e mais All You Need Is Love , os americanos acabaram por transformar o que seria um disco menor em uma grande obra.
Em 1976 essa versão foi lançada em todo o mundo e é ela que segue em catálogo.
Yellow Submarine - 13 de Janeiro de 1969
Apesar de só ter saído em 1969 a trilha do desenho animado tem mais a ver com o clima psicodélico e alegre de dois anos antes. Esse é provavelmente o único disco dispensável da banda. Se é que dá pra chamá-lo assim. Afinal metade dele é composto pela trilha incidental do filme composta pelo produtor da banda George Martin e não conta com nenhum Beatle a não ser na composição de Yellow Submarine, que aparece em uma versão orquestrada.
Na outra parte além da faixa título e de All You Need Is Love, ambas já lançadas, apenas outras quatro músicas. Hey Bulldog
um rock de Lennon, é de longe a melhor delas. All Together Now é mais uma música de McCartney com jeito de cantiga de roda e duas faixas de George que haviam sido deixadas de fora dos dois últimos discos acharam um lugar na discografia da banda.
Ou seja, nada de muito espetacular, mas se você já tem todos os outros discos provavelmente acabará comprando esse também, nem que seja pra não deixar a coleção incompleta.
The Beatles - 22 de Novembro de 1968
Aqui o grupo decidiu dar um basta ao psicodelismo e às experimentaçõesde estúdio e voltar para um som mais básico. O resultado foi uma longa e cansativa maratona com certas músicas chegando a ser gravadas mais de 100 vezes até se chegar a um take aceitável. O clima pesou tanto que Ringo, não mais agüentando saiu da banda (ele voltaria uma semana depois após pedidos insistentes dos outros três). Para completar todos estavam intransigentes e não queriam abrir mão de suas composições o que forçou o lançamento de um LP duplo.
Com Lennon e McCartney trabalhando em separado, não surpreende que o disco pareça mais um álbum feito por solistas do que por um grupo. Esse foi o primeiro álbum do grupo lançado da Apple, nome não só do selo como de uma gama de empreendimentos que quase os levou à falência.
Uma piada recorrente diz que quase todo mundo concorda que o disco duplo poderia ser simples, mas ninguém chegou a um acordo sobre quais as músicas deveriam estar ou não no trabalho. Ainda assim existe um certo consenso para o bem ( Dear Prudence, Back In The U.S.S.R., Glass Onion, Happiness Is A Warm Gun, Blackbird, While My Guitar Gently Weeps de George com solo de Eric Clapton) e para o mal (Ob-La-Di, Ob-La-Da, que sempre é lembrada quando se discute a pior canção deles).
No fim, não deixa de ser engraçado ver que o “álbum branco” é o trabalho mais sombrio deles. Uma fama que persegue o trabalho desde que Charles Manson declarou que a série de assassinatos cometidos por seus seguidores foram inspirados diretamente por canções desse disco como Piggies, Blackbird e especialmente Helter Skelter.
Let It Be - 08 de Maio de 1970
Apesar de ter saído em 1970, ele na verdade foi gravado no início de 1969. Let it be foi mais uma ideia de McCartney que sugeriu que a banda voltasse aos palcos. Os ensaios para os shows seriam filmados e disso sairia um filme.
Na teoria tudo muito bom, mas na prática a coisa foi diferente. Após anos só tocando em estúdio, os quatro já não tinham mais o mesmo entrosamento de antes. As filmagens deveriam ser feitas nos horários estabelecidos pelo sindicato da indústria cinematográfica, o que significava que deveriam começar logo pela manhã.
A presença da nova namorada de John, Yoko Ono, também incomodava os outros e logo ficou claro que os tais shows não iriam ocorrer. As discussões eram constantes e dessa vez foi George quem não aguentou mais e pediu pra sair, cansado do jeito mandão de McCartney (ele também rapidamente reconsiderou a decisão).
As coisas começaram a melhorar com a chegada do tecladista Billy Preston e assim Let It Be, Across The Universe, Get Back e Two of Us, foram tomando forma. Como eles precisavam de um clímax para o filme e os shows haviam sido abortados, a decisão foi a de fazer uma apresentação surpresa no próprio telhado da Apple, no que seria a última aparição pública dos quatro.
O material resultante, que deveria sair em um álbum chamado Get Back, não se mostrou forte o bastante e o projeto foi encaixotado.
Em 1970 com o filme para sair e com a banda já praticamente extinta era preciso dar um jeito naquelas músicas. Para isso, o produtor Phil Spector que reinou no início dos anos 60 (vide Be My Baby das Ronettes) foi chamado. Phil fez o que seria esperado dele: encheu as fitas originais com orquestras e overdubs, traindo assim o espírito original de “voltando às origens” do projeto, enfurecendo McCartney , que nunca o perdoou pelo arranjo sentimental criado para The Long And Winding Road. Foi com esse disco que o mundo “velou” o fim dos Beatles e por que não dizer, dos anos 60 como um todo.
Em 2003 foi lançado “Let It Be Naked” com algo mais próximo à ideia original do disco. O resultado dividiu fãs e críticos. No fim o melhor mesmo é ficar com a versão que saiu em 1970, mesmo com suas falhas mais do que evidentes.
Abbey Road - 26 de setembro de 1969
Por incrível que pareça, a última vez em que a banda se reuniu em estúdio teve pouco ou nada do clima de guerra dos últimos encontros, em algo próximo à sensação de serenidade que antecipa a morte. Aqui os quatro parecem dispostos a mostrar que ainda havia amor pela banda, por sua música e entre seus integrantes.
Abbey Road é basicamente dividido em duas metades, a primeira mais urgente e roqueira tem mais a cara de Lennon, mesmo que ele só tenha composto duas de suas seis faixas (vale lembrar que apesar da assinatura Lennon/McCartney foram poucas as canções escritas efetivamente pelos dois). A segunda elaborada e cheia de detalhes é puro McCartney.
Em cada uma delas George pôde brilhar com duas de suas melhores composições: Something, que ao lado de Yesterday é a canção mais regravada do quarteto (inclusive por Frank Sinatra e Sarah Vaughan) e Here Comes The Sun.
Ouvir Abbey Road traz uma mistura de satisfação e melancolia. Satisfação por saber que a banda terminou no auge, poupando os fãs de trabalhos inferiores ou burocráticos. A melancolia surge quando se percebe a força incrível que eles tinham quando unidos e que por melhor que sejam alguns de seus discos solo, e pelo menos uma meia dúzia deles é antológico, a verdade é que o nível que eles tiveram enquanto juntos jamais foi equiparado.
Past Masters disco 2 - 07 de Março de 1988 (Gravações de 1965 a 1970)
A segunda parte da coletânea que junta compactos e raridades é ainda melhor que a primeira. Tanto que o disco mais parece uma compilação de sucessos com We Can Work It Out, Day Tripper, Paperback Writer, Hey Jude, Revolution e Lady Madonna.
O lado mais experimental também se faz presente em The Inner Light, uma boa canção de George, ou na maluca You Know My Name (Look Up The Number) que junta comédia, trucagens de estúdio e um solo de saxofone de Brian Jones, o guitarrista dos Rolling Stones morto em 1969.
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